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ZINC CHELATED
Descrição :
ZINC CHELATED
O Zinc Chelated, faz parte das vitaminas e
minerais, também conhecido como zinco quelado
ou quelato de zinco. O Zinco é um micro-nutriente
essencial que está envolvido em mais de 200
processos enzimáticos, formação e ação dos hormônios
do crescimento, hormônios da fertilidade, saúde
da próstata, hormonios que controlam diabetes,
tem ação importante na cicatrização de pele
e tecidos. Participa na síntese das proteínas
otimizando sua produção e absorção pelo organismo.
O Zinco também é conhecido por sua função anti-oxidante
fortalecedora do sistema imulogógico e de reparação
celular.
Estudos mostram que atletas de alta performance
e fisiculturistas são propensos à perda mais
acentuada de Zinco, tornando-se necessário uma
suplementação adicional. A carência de ZINCO
em atletas pode conduzir a uma atrofia muscular
causada pela diminuição na produção de hormônios
e diminuição na síntese de aminoácidos. A sua
falta também pode estar associada ao
desenvolvimento de cancer e diabetes.
De fato, desde a mais remota antigüidade este
metal era utilizado sob a forma de óxido de
zinco para curar feridas e queimaduras. No fim
do século XIX, Gabriel Bertrand descobriu que
o zinco era indispensável ao crescimento de
um cogumelo: Aspergillus niger.
Depois experimentos em animais confirmaram seu
papel nos fenômenos biológicos.
Sua ação bioquímica é considerável: ele está
presente em mais de 100 enzimas; ele intervém
no funcionamento de certos hormônios; é indispensável
à síntese das proteínas, à reprodução e ao funcionamento
normal do sistema imunitário.
É encontrado em todos os órgãos, mas sua concentração
é particularmente elevada no pâncreas, no fígado,
na pele e nos fâneros. No sangue, ele está ligado
às proteínas e aos aminoácidos.
As necessidades em zinco são estimadas pela
maioria dos países em 15 mg por dia. Apesar
da hipótese várias pesquisas demonstraram que
os aportes na França são inferiores ao valores
citados.
É preciso lembrar que o organismo aproveita
unicamente de 5 a 10% do zinco contido na alimentação.
O estudo de sua biodisponibilidade é importante,
pois há certas substâncias existentes na alimentação
que modificam sua absorção. Assim, os fitatos
que são encontrados em grande número de alimentos
vegetais, entre os quais as fibras, inibem a
absorção do zinco. Outros queladores do zinco
são: o álcool, os taninos, certos antibióticos
e os contraceptivos orais (é necessário pensar
nisso quando uma mulher resolve engravidar após
vários anos de uso dos contraceptivos orais).
Vale, também, para os fitalatos que migram para
os alimentos através da embalagem de cloreto
de polivinil, pessoas que consomem produtos
neste tipo de embalagem tem grande risco de
ver suas taxas de zinco diminuírem.
A biodisponibilidade do zinco depende da interação
com outros minerais na luz intestinal.
Pode-se ter aí uma competição zinco-cobre, ou
zinco-cálcio, ou ainda zinco-ferro. A este propósito
é importante suplementar sistematicamente as
grávidas, por se tornar nesse estado mais difícil
a absorção de zinco.
Os produtos mais ricos em Zinco provém do mar:
água do mar, ostras e as conchas. Depois vem
as carnes, gema do ovo, nozes e o feijão. Parece
que a qualidade das proteínas influi na utilização
do zinco contido no alimento: por exemplo, o
zinco é mais facilmente disponível no leite
da mulher que no da vaca. São as proteínas de
origem animal (ao lado de alimentos de origem
marinha), as suscetíveis de prevenir a carência
de zinco. Pode se perceber que junto a uma má
nutrição em proteínas existe sempre uma carência
em zinco e que esta é responsável, em grande
parte, por certos sintomas que se atribuía,
outrora, à carência em proteínas.
Com o regime vegetariano, devido a exclusão
de todos os alimentos de origem animal, tornou-se
mais dificil encontrar a quantidade de zinco
necessária (o problema se coloca notadamente
nas crianças e adolescentes em pleno crescimento),
pois, os alimentos vegetais além de pobres em
zinco, o contém numa forma menos assimilável.
A carência de zinco no homem foi descrita pela
primeira vez em 1961 por Prasad e seus colaboradores,
no curso de experimentos feitos num grupo de
Iranianos que sofria de anemia, de nanismo e
de atrofia das gônadas (órgãos sexuais). A prova
de que eles possuíam uma carência de zinco foi
feita pela correção destes sintomas, após sua
administração.
Carências freqüentes de zinco são notadas na
alimentação parenteral (alimentação artificial
em reanimação e nos doentes de diálise renal).
Mas carências mais moderadas podem ser devidas
à insuficiência no aporte de zinco (alcoólicas,
anoréxicas) ou à sua má absorção (doenças intestinais,
mucoviscidose). Um aumento na eliminação de
zinco pode ocorrer pós estados patológicos (doenças
dos rins, cirrose), de suor demasiado e, também,
devida a tomada de certos medicamentos, como
a penicilina ou os corticóides. Uma carência
severa em zinco, devida a um defeito em sua
absorção no intestino, é encontrada na acrodermatite
enteropática, uma doença genética caracterizada
pela tríade dermatite, alopécia (desaparecimento
dos pelos e dos cabelos) e diarréia. A erupção
da pele é quase eritematosa, quase papuloescamosa.
As unhas são modificadas, pelo aparecimento
de um sulco transversal, sinalizando a parada
do crescimento ungueal, ou pelo espessamento
da cutícula que se torna escura.
Todas estas anomalias tem, em comum, a possibilidade
de serem corrigidas pelo aporte intravenoso
de zinco. Notamos que esta afecção se inicia,
em geral, no momento da criança passar do aleitamento
materno para o leite de vaca ou leite industrial,
não nos esquecendo que é uma doença genética.
No que concerne aos fâneros, mencionemos o alerta
de Pfeiffer, que para a resolução do problema
de unhas quebradiças, assim como das marcas
brancas (ditas leuconíquias), indica a zincoterapia.
É admitida, hoje, em crianças com carência de
zinco, a manifestação de um retardo de crescimento,
relacionado à diminuição da síntese do hormônio
do crescimento. Após estudos americanos, uma
administração de zinco em crianças de pequena
estatura normalizou a produção de hormônio do
crescimento e provocou um impulso espetacular
no crescimento.
Entre outros distúrbios endócrinos imputados
à carência de zinco, citaremos o desenvolvimento
insuficiente das gônadas. É provável que o zinco
exerça um papel em certas esterilidades e impotências
masculinas.
Notam-se também anomalias na regulação da tireóide
nos indivíduos que apresentam uma taxa de zinco
plasmático anormalmente baixa.
Uma outra conseqüência da carência de zinco
é a aguesia ( diminuição do gosto e mesmo a
percepção anormal de gosto) e diminuição do
odor. É um sintoma que se encontra freqüentemente
nos que receberam diálise renal, e que desaparece
após a administração de zinco.
Parece, também, que a carência de zinco deve
ser pesquisada sistematicamente nas crianças
anoréxicas.
Estudos recentes concluiram que a carência de
zinco produz modificações importantes no metabolismo
dos ácidos graxos e poderia, pois, constituir-se
num fator de risco em matéria de arteriosclerose.
Assim se entrevê, que o zinco poderia ser administrado
como terapêutico em numerosas afecções: cicatrização
lenta de feridas, acne, úlceras, retardo do
crescimento, esterilidade, assim como no diabete
e estados pré-diabéticos. Com efeito, foi demonstrado
que o zinco exerce uma influência sobre a regulação
da glicemia (taxas de açúcar no sangue) e também
sobre a secreção da insulina (hormônio do pâncreas).
Só recentemente foi reconhecida a importância
do zinco nos fenômenos imunitários e hoje ele
é considerado como um dos melhores imunoestimuladores.
Em 1977, foi descoberto que em crianças apresentando
atrofia do timus (órgão com um papel no sistema
imunitário), a administração de zinco fez o
timus retomar suas dimensões normais. A partir
daí, as pesquisas sobre o zinco e a imunidade
tomaram um grande impulso. Foi demonstrado que
ele exerce um papel na atividade dos glóbulos
brancos produtores de anticorpos e de outras
células fagocitárias e que o déficit seletivo
de zinco induz numerosas alterações no sistema
imunitário.
É interessante lembrar que a carência de zinco,
segundo alguns autores, provocaria diminuição
da defesa imunitária (contra vírus, notadamente
o da herpes) e devido a estes distúrbios de
imunidade, poderia favorecer certos tipos de
neoplasias.
Enfim, a zincoterapia é promissora na terapêutica
da doença de Wilson (doença congênita ligada
ao metabolismo do cobre) e faz diminuir a absorção
do cobre cujo excesso é o responsável pelos
sintomas desta doença.
Benefícios do
quelato de zinco
- Exerce efeitos benéficos sobre vários hormônios;
- Auxilia os sentidos do paladar e do olfato;
- Aumenta a fertilidade tanto nas mulheres quanto
nos homens;
- Estimula a cicatrização de feridas e irritações
cutâneas, sendo útil para acne, queimaduras,
entre outras;
- O zinco ajuda na proteção contra resfriados,
gripes, conjuntivite e outras infecções;
- Promove a saúde dos cabelos e do couro cabeludo,
sem esquecer do seu potencial cicatrizante de
pele e tecidos.
Sugestão de uso
Tomar 1 cápsula de zinc chelated ao dia, de preferência antes das
refeições ou conforme a orientação de nutricionista.
Dica:
Para um melhor efeito, associe o zinco quelado
com uma dieta equilibrada e atividade física
freqüente.
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