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Navios > Material de Emprego Militar - Marinha do Brasil, protegendo nossas águas.

Navios Militares

  • Navio de Guerra o FSF-1 Sea Fighter
  • Navio de Guerra o FSF-1 Sea Fighter
  • Descrição:
  • No cenário de mudança global do século XXI, as forças armadas internacionais têm que modificar seus armamentos para combater uma nova leva de inimigos. Historicamente, os navios de guerra eram fortalezas flutuantes e maciças, projetadas para enfrentar navios inimigos em mar aberto ou bombardear o litoral do inimigo a quilômetros da terra. Atualmente, a ameaça de uma luta em um estilo mais guerrilha tem forçado as nações a desenvolver navios mais rápidos e flexíveis.
    Em fevereiro de 2005, a Marinha Norte-Americana batizou o FSF-1 Sea Fighter, antes chamado de X-Craft. O Sea Fighter é uma embarcação experimental que irá testar diversas tecnologias, incluindo a habilidade de operar em águas rasas perto da costa em meio a minas e pequenos botes suicidas.
  • Um novo projeto para uma nova missão
  • O Sea Fighter é um catamarã de alumínio projetado para operar de forma eficaz em águas litorâneas ou costeiras. Ele pode manobrar em águas tão rasas quanto 3 m de profundidade. O número de casco do FSF-1 significa "Fast Sea Frame" (estrutura marítima veloz) e é a primeira embarcação da marinha americana a ser do tipo catamarã (bote de quilha dupla). A embarcação experimental será usada para testar desempenho hidrodinâmico, desempenho estrutural, comportamento estrutural, flexibilidade em missão e eficiência do sistema de propulsão de navios de alta velocidade.
  • Uma rampa com múltiplas finalidades na popa permitirá que o Sea Fighter lance e recupere veículos de superfície e parcialmente submersos, tripulados e não-tripulados, até o tamanho de um barco inflável de casco rígido
  • Navio de Guerra o FSF-1 Sea Fighte frontal
  • O design do navio é flexível para atender as necessidades de missões múltiplas. Mais de doze módulos de missão de 6 m podem ser alojados no compartimento de carga do navio, o que permite que a embarcação seja rapidamente reconfigurada para apoiar uma variedade de tarefas em potencial, incluindo-se proteção de força de batalha, medidas defensivas contra minas, anti-submarino de guerra, apoio a ataques anfíbios e ajuda humanitária.
    Uma rampa com múltiplas finalidades na popa permitirá que o Sea Fighter lance e recupere veículos de superfície e parcialmente submersos tripulados e não-tripulados até o tamanho de um barco inflável de casco rígido (Rigid Hull Inflatable Boat - RHIB) de 11 metros. A partir do seu convés de vôo, o Sea Fighter pode operar enquanto ampara dois helicópteros H-60 ou a decolagem vertical e aterrissagem tática de veículos aéreos não-tripulados (VTUAV) por vez.


  • Navio de Guerra o FSF-1 Sea Fighte Lateral
  • Em seu convés de vôo, o Sea Fighter poderá apoiar operações 24 horas por dia para até dois helicópteros H-60 ou dois VTUAVs.
    Para reduzir a vibração e o ruído, muitas das superfícies internas do navio são cobertas com uma camada de QuietShip, um polímero viscoelástico que pode ser aplicado sobre cascos de embarcações de alumínio, aço e de ferro-madeira. Tal cobertura oferece aos construtores de navios uma forma de reduzir o ruído em até 70%, de acordo com seu fabricante Quiet Solution (em inglês). No Sea Fighter, o QuietShip reduz o ruído em 15 decibéis.


    Marinha do Brasil, protegendo nossas águas.

  • O grupo de apoio ao porta-aviões
  • Descrição:
  • A marinha americana forma grupos de apoio ao porta-aviões conforme a necessidade e nomeia os navios integrantes de acordo com a missão, o que faz com que cada grupo seja diferente do outro. No entanto, um grupo de apoio, basicamente, consiste nos seguintes navios:

    - O porta-aviões
    Porta-aviões USS Kitty Hawk lançando um míssil ar-ar guiado por radar durante um exercício.

  • Porta-aviões USS Kitty Hawk lançando míssil ar-ar
  • - Dois navios de guerra USS Normandy com mísseis teleguiados.
  • Navios de ataque carregados com mísseis de cruzeiro para atingir alvos em terra.
  • Navio de guerra USS Normandy
  • - Dois destróieres Os destróieres são navios que podem se defender contra ataques de submarinos e aviões. Além disso, têm a capacidade de lançar mísseis de cruzeiro.
  • O destróier com mísseis teleguiados USS Winston S. Churchill lança um míssil Tomahawk durante a Operação Iraqui Freedom.
  • destróier USS MacDonough com mísseis teleguiados
  • - Uma fragata
    A fragata é usada para a defesa contra submarinos.
    A fragata com mísseis teleguiados USS Talbot lança um alvo pilotado por controle remoto durante um exercício de treinamento na costa do Chile.
  • Fragata lançando mísseis teleguiados
  • Fragata lançando mísseis teleguiados
  • - Dois submarinos
    Os Submarinos nucleares USS Hartford,
    são embarcações de defesa que podem atacar navios e submarinos inimigos.
  • submarino nuclear USS Scamp
  • - Um navio de abastecimento
  • O navio de abastecimento transporta combustível, alimentos e munição para o grupo.
    Também pode haver outros navios viajando com o grupo: navios transportando tropas; embarcações anfíbias para os fuzileiros navais; navios de carga com tanques e outros equipamentos; caça-minas e outros. Tudo depende da missão.
    Visão aérea do destróier USS MacDonough e do submarino nuclear USS Scamp viajando pelo Canal do Panamá durante um exercício de treinamento.
  • destróier USS MacDonough





  • Marinha do Brasil, protegendo nossas águas.
    Marinha mercante, Navios, Navios de Guerra, embarcações, barcos e petroleiros navegando no mar aberto de todo o planeta.
    Os tripulantes dessas embarcações são marinheiros dedicados e preparados para navegar nesse imenso mar.

  • Planos para o novo Porta Aviões Russo
  •  Nova classe de porta-aviões Russo
  • Descrição :
  • A Rússia finalizará a elaboração dos planos de sua nova classe de porta-aviões para a sua Marinha em 2012.

    “Estamos planejando resolver todas as questões referntes entre 2010-2011, e e logo após efetuar a decisão final.

    Atualmente estamos trabalhando numa parte excencial do programa que consiste na elaboração da especificações técnicas do navio e dos meios necessários para sua construção. Simultaneamente, temos de decidir sobre o uso estratégico do porta-aviões no futuro “ disse Vladimir Popovkin.

    Atualmente a Marinha Russa opera apenas um porta-aviões, o Almirante Kuznetsov, construído em 1985, com deslocamento de 55.000 toneladas, uma tripulação de 1500, e capacidade para transportar 50 aeronaves.
    Segundo o Vice Almirante Anatoly Shlemov, os novos porta aviões estão endo concebidos para operarem uma nova geração de aeronaves de asas fixas ( caças de 5ª geração e veículos aéreos não tripulados, VANT) e de asas rotativas, e que muito provavelmente seriam movidos a energia nuclear, possuindo um deslocamento máximo de 60.000 toneladas.
    Shlemov disse que ao contrário do passado, o novo porta-aviões não seria armado com mísseis de cruzeiro ou de ataque naval, acrescentando ainda que seriam consturidos pelo menos três navios para as frotas do Norte e do Pacífico.
    Shlemov não teceu comentários sobre os cronogramas de execução do projecto, afirmando por exemplo, que muitos detalhes precisam ainda ser resolvidos como o contrato do estaleiro responsável pela construção dos meios. A nova classe de porta aviões tem sido anunciada frequentemente pela Marinha Russa e já foi inclusive comentada aqui pelo Plano Brasil, no Projeto Poseidon, embora hajam sérias dúvidas quanto à capaciadade da Marinha russa em operar estes meios, os frequentes anúncios deste programa levam-nos a crer que de fato a Russia está determinada a levá-los adiante.

    O preço estimado para esta nova classe de navios e de US $ 4 bilhões a unidade.


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  • LPD para Indonésia
  • Marinha da Indonésia recebe seu primeiro LPD (Navio de Dembarque de Doca)
  • Descrição :
  • A Marinha da Indonésia deverá receber no próximo mês de maio o seu primeiro LPD (Navio de Dembarque de Doca) classe Makassar construído localmente. A classe Makassar baseia-se na classe coreana Tanjung Dalpele, projetada e construída pelo estaleiro Daesun Shipbuilding & Engineering Co. da Coreia do Sul.

    As duas primeiras unidades (KRI Makassar e KRI Surabaya) foram construídas na Coreia do Sul. Posteriormente a Indonésia encomendou outras duas, localmente construídas pela PT PAL. Estas duas unidades mais novas possuem capacidade de comando e controle.



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  • China Reafirma programas militares
  • Marinha chinêsa constroi sua frota de grandes porta-aviões nucleares
  • Descrição :
  • A Marinha Chinesa pretende desenvolver uma nova geração de navios de guerra e aeronaves de moda a lhe prover capacidade de alcance global, segundo afirmou em uma rara entrevista á um jornal de circulação popular o seu comandante em chefe o Almirante Wu Shengli aao jornal chinês China Daily.
    A Marinha chinesa segundo ele planeja desenvolver novas armas tal como submarinos furtivos e aeronaves supersônicas de longo alcance, bem como mísseis de cruzeiro e torpedos de grande profundidade.
    O ambicioso plano prevê ainda uma completa atualização da tecnologia de informação e comunicação por satélites
    “A Marinha irá estabelecer um sistema de defesa marítima, moldada à necessidade de proteger a segurança marítima da China e do seu desenvolvimento económico”, disse Wu.
    Wu salientou ainda a a vontade e necessidade da marinha chinêsa em construir sua frota de grandes porta-aviões nucleares de 90 mil toneladas de deslocamento, navios com capacidades semelhantes aos super porta-aviões norte americanos da classe Nimitz.
    A China mantém grandes investimentos em suas forças armadas e vem fazendo ultimamente avanços em seus armamentos, especialmente os de alta tecnologia.
    Segundo alguns analistas esta nação está muito próxima de se tornar uma super potência, ocupando o 1º posto na Ásia, o que preocupa em muito as nações ocidentais especialmente aos EUA, que mantém relações estreitas com Taiwan, Japão e Koreia do Sul, nações consideradas aliados primários.
    No passado último mês de Março, o ministério da Defesa Chinês anunciou que o seu orçamento da defesa aumentaria 15,3 % este ano , atingindo a marca de US$69 bilhões de dólares, porém analistas ocidentais afirmam ser muito provável que esta cifra seja muito maior do que o declarado, dado a velocidade e o nível tecnologico alcançados nos últimos tempos.
    As informações dadas por Wu, confirmam as suposições anteriormente divulgadas pelo Plano Brasil em diversas oportunidades como podem ser constatadas no projeto POSEIDON.


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  • Sevmash iniciará construção de SSBN
  • Sevmash iniciará construção de quatro SSBN
  • Descrição :
  • Informações provenientes do estaleiro Sevmash informam que a Rússia dará início à construção do quarto SSBN da classe Borey até o final do ano. “O Ministro da Defesa russo solicitou ao estaleiro que os trabalhos comecem ainda este ano” disse um funcionário do estaleiro Sevmash à agência russa RIA Novosti. Os trabalhos começarão no segundo semestre. Por outro lado o Yury Dolgoruky, primeira unidade da classe, começará suas provas de mar em junho. Dois outros SSBN da classe Borey, o Alexander Nevsky e o Vladimir Monomakh, estão em construção e o estaleiro espera completá-los em 2009 e 2011 respectivamente. Ao todo, a Marinha da Rússia espera contar com oito unidades desta classe até 2015. A classe Borey será equipada com mísseis ICBM Bulava-M (SS-NX-30). Até 16 unidades deste míssil podem ser transportadas por cada submarino.



  • Os tripulantes dessas embarcações são marinheiros dasdedicados e preparados para navegar nesse imenso mar.

  • Os Patrulheiros Oceânicos Portuguêses
  • Estaleiros Navais de Viana do Castelo Portugal
  • Descrição :
  • A Marinha portuguesa assinou a 17 de março vários contratos com os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), referentes à construção nos próximos 5 anos de vários navios e lanchas.

    No total, o valor contratualizado ascende a mais de 500 milhões de euros, o que representa um investimento muito significativo para a Marinha e um rendimento muito importante para os Estaleiros.

    Por comparação, saiba-se que as duas fragatas holandesas adquiridas recentemente, ficaram por 240 milhões de euros.

    O contrato inclui a construção de 5 lanchas de fiscalização, contemplando a opção por mais 3 lanchas, 6 navios de patrulha oceânica (NPO), idênticos aos que estão ainda em construção no estaleiro de Viana e ainda dois navios de combate à poluição que poderão ser utilizados em qualquer cenário de crise ecológica, não somente em Portugal, mas também na Europa.

    Estes números: 5 lanchas (mais 3); 6 NPO, 2 navios de combate à poluição são uma expansão em relação aos valores previamente conhecidos que previam 8 NPOs e 5 lanchas.

    O primeiro NPO será entregue apenas em janeiro de 2010 e o segundo em meados deste mesmo ano.
    Os cascos dos dois primeiros NPO estão prontos já há muito tempo, desde 2005, de fato, num atraso de contornos pouco claros e que causa estranheza a muitos, a começar pelo próprio ministro da Defesa, Severiano Teixeira que o justificou por se tratar dos primeiros navios de uma nova série e pelos problemas técnicos que necessariamente decorrem.

    Os NPOs são navios de utilidade militar muito limitada, dado o seu escasso armamento (um canhão de 40 mm) e ainda que este possa ser suficiente para as missões de fiscalização à pesca e à navegação no Atlântico, dificilmente poderão cumprir as mesmas missões mais militares que as corvetas João Coutinho, um projeto genuinamente português, mas de construção alemã e espanhola, que estavam armadas com um canhão de 76 mm e outro de 40 mm e das quais Portugal chegou a contar com seis unidades (atualmente em inventário, restam apenas 4).

    As lanchas de fiscalização vão tomar o lugar deixado pelos muito antigos patrulhas “Cacine”, da década de setenta, sendo a primeira entregue em 2012, mais duas em 2013 e a duas últimas em 2014.

    O projeto das lanchas será desenvolvido conjuntamente com um estaleiro alemão ainda não especificado e que tratá a devida aquisição de “know-how” que os Estaleiros poderão depois aplicar noutros projetos semelhantes.


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  • Novas Fragatas para a Marinha
  • Poderosos Destroyers da classe DDG Hobart
  • Descrição :
  • As notícias de que Northrop Grumman Ship Systems (NGSS) estaria expressando o seu interesse em oferecer à Marinha do Brasil, os poderosos Destroyers do projeto da Gibbs & Cox da classe DDG Hobart somam-se a outra proposta do fabricante para o reaparelhamento da Marinha do Brasil.
    O grande conglomerado Norte Americano estaria avaliando com atenção os mais recentes programas de reequipamentos militares Brasileiros.
    Segundo o blog Poder Naval oficiais da Marinha do Brasil tiveram durante a LAAD 09, a oportunidade de conhecer uma outra proposta da Northrop Grumman para uma escolta na faixa de 5 a 6 mil toneladas. desta vez o navio apresentado seria um modelo baseado no National Security Cutter em serviço na USCG.
    A proposta da empresa Americana englobaria ainda a reforma do AMRJ, para a construção do navios em seções, que poderiam ser produzidas em diferentes estaleiros civis.
    O estaleiro americano está particularmente preparado para auxiliar na reforma do Arsenal da Marinha, pois teve que reconstruir totalmente suas instalações destruídas pelo furacão Catrina.
    A escolta oferecida poderia receber os sistemas escolhidos pela Marinha do Brasil, desde a propulsão, até os sistemas de armas, incluindo VLS.
    Um representante da Northrop disse ao Poder Naval que não acha que chegou atrasada em relação aos concorrentes, já que a Marinha ainda está coletando informações para sua escolha final.

    Ambos os acontecimentos ainda não podem ser considerados como uma proposta formalmente falando, dado que esta concorrência ainda não foi definida, entretanto, nos dão uma noção de mudanças na postura de Washington e das indústrias de defesa Norte Americanas que começam a mostrar um interesse maior no mercado de defesa Brasileiro, especialmente no interesse em participar dos principais programas militares das Forças Armadas Brasileiras.

    A palavra “parceria” também vem ganhando mais destaque o que demonstra uma modificação na postura política, uma vez que os sistemas de armas de origem Americana necessitam de autorização do seu congresso para serem liberados. 27/Abr/2009



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  • Submarinos Russos para o Vietnã
  • Vietnã adiquire submarinos Russo
  • Descrição :
  • Vietnã adiquire seis submarinos de procedência Russa, o contrato firmado seria avaliado em US$ 1.8 bi.

    Estes submarinos também haviam sido oferecidos a Venezuela, entretanto a fonte afirma que a própria Rosoboronexport teria desistido das negociações negando a continuidade das conversações à venezuela, depois queo seu presidente pareceu demonstrar aproximar-se de Washington amistosamente.



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  • Navio holandês Artemis
  • Navio holandês encalha em praia Francesa
  • Descrição :
  • Navio holandês Artemis encalha em praia Francesa. O barco foi deslocado da rota por ventos de 130 km/h. Navio virou atração turística em Sables d`Olonne, balneário francês.



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